<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Canto dos Livros</title>
	<atom:link href="http://cantodoslivros.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://cantodoslivros.wordpress.com</link>
	<description>Um espaço destinado aos livros</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 May 2012 17:21:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='cantodoslivros.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Canto dos Livros</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://cantodoslivros.wordpress.com/osd.xml" title="Canto dos Livros" />
	<atom:link rel='hub' href='http://cantodoslivros.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>De Kombi pelo Brasil – uma entrevista com Antonio Lino</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/21/de-kombi-pelo-brasil-uma-entrevista-com-antonio-lino/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/21/de-kombi-pelo-brasil-uma-entrevista-com-antonio-lino/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 17:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Lino]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Encaramujado]]></category>
		<category><![CDATA[kombi]]></category>
		<category><![CDATA[Narrativa de viagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1206</guid>
		<description><![CDATA[Por toda a equipe Recentemente, eu, Rodrigo, entrevistei o escritor Antonio Lino para uma matéria que escrevi para a Revista da Cultura. Como o texto solicitado era pequeno, tive que descartar quase tudo que o entrevistado disse, resultando na famosa e lamentável pescada de aspas. Contudo, para que o conteúdo da boa entrevista não se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1206&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por toda a equipe</p>
<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/yawanawa1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1208" title="Yawanawa" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/yawanawa1.jpg?w=500&h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Recentemente, eu, Rodrigo, entrevistei o escritor Antonio Lino para uma matéria que escrevi para a Revista da Cultura. Como o texto solicitado era pequeno, tive que descartar quase tudo que o entrevistado disse, resultando na famosa e lamentável pescada de aspas. Contudo, para que o conteúdo da boa entrevista não se perca, resolvi expandi-la com a colaboração de toda a equipe aqui do blog,</p>
<p>Antonio Lino é um dos tipos raros que não deixa que a vontade de cair na estrada sem destino certo e nem data para voltar fique apenas nos sonhos. Sem medo de sumir um pouco do mundo onde vivia, largou São Paulo para trás e foi explorar os confins do Brasil em uma Kombi, que se transformou em sua casa. Da aventura nasceu o <a href="http://www.encaramujado.com.br/" target="_blank"><em>Encaramujado</em></a>, um livro que conta parte de tudo o que o escritor viveu ao longo da viagem aos interiores – do país e de si mesmo. Cuidado, leitor, a conversa abaixo deixará você com um imenso desejo de cometer alguma semelhante saudável loucura.</p>
<p><strong>Canto dos Livros: Qual foi o seu maior objetivo ao escrever o <em>Encaramujado</em>?</strong></p>
<p><strong>Antonio Lino: </strong>Escrevendo eu colocava alguma ordem na bagunça de sentimentos que a viagem me provocava. E ao mesmo tempo em que a viagem ia definindo o livro, o contrário também acontecia: o livro ia definindo a viagem. Esses dias, li uma frase do Sérgio Sant&#8217;Anna com a qual me identifiquei muito. Ele dizia: “Às vezes até seleciono aquilo que vou viver em função do que desejo escrever”. Sendo assim, não sei bem se foi o maior, mas creio que um dos grandes objetivos do Encaramujado, desde o começo, foi me servir como uma espécie de cajado, que me ajudou muito a firmar meus movimentos, enquanto eu vivia os abalos intensos da viagem.</p>
<p><strong>CL: Como você vê a literatura de viagem no Brasil e o que te motivou a fazer algo do gênero? Foi inspirado por algum autor em particular?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Para além dos relatos de aventura, a literatura de viagem é um gênero bastante amplo, e um tanto difícil de enquadrar. Talvez nem seja propriamente um gênero, mas um “transgênero”, digamos assim, pois flerta com a ficção, com o ensaio, com a crônica, com a reportagem, com a poesia&#8230; Por isso, não me arrisco a fazer uma análise da literatura de viagem no Brasil, seria muito pretensioso da minha parte. Mas tenho minhas preferências, claro. No que se refere aos relatos não ficcionais, por exemplo, já li muitos livros que me pareceram descritivos demais, uma coleção de detalhes, diários repletos de pormenores. Acho isso enfadonho. Não me interessa saber o que o cara comeu no café-da-manhã, se ele escovou os dentes depois, se parou pra abastecer o carro&#8230; Nesse sentido, em geral, prefiro os escritores que viajam aos viajantes que escrevem. E especificamente em relação ao <em>Encaramujado</em>, um autor que me inspirou muito foi o Julio Cortázar. Na década de 80, ele viajou numa Kombi vermelha pela França, com a sua esposa de então, a Carol Dunlop. A partir dessa experiência, juntos, os dois escreveram <em>Os Autonautas da Cosmopista</em>. Além da qualidade literária (e da referência à Kombi, claro), o que me fascina bastante nesse livro é a destreza poética dos autores, que transformaram uma viagem tão aparentemente ordinária (o casal passou 30 dias na mesma estrada, encostando em todos os pontos de parada que encontravam pelo acostamento) num relato incrivelmente sensível e criativo. Para mim, esse é o ponto: nos livros sobre viagem, é o olhar do viajante, mais do que a viagem em si, o que realmente me inspira e me interessa.</p>
<p><strong>CL: Como você se organizou para fazer essa viagem? Estabeleceu datas, orçamentos, roteiro geográfico&#8230;?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Entre a decisão de viajar e a saída, passei cerca de um ano cuidando dos preparativos. Na verdade, o mais difícil mesmo foi me desligar das relações e compromissos que me seguravam em São Paulo. O resto foi cair na estrada. Eu tinha amigos espalhados pelo país que eu queria visitar e pretendia também conhecer alguns festejos tradicionais da cultura popular brasileira. Estive por exemplo na Festa do Divino, no Maranhão, num festival do povo Yawanawa [foto], no Acre, num Encontro dos Povos do Cerrado, em Goiás&#8230; mas quando eu não ouvia nenhuma batucada por perto, geralmente os acasos é que me guiavam. Na maior parte do tempo, viajei sem lugar certo para ir nem hora marcada para voltar.</p>
<p><strong>CL: Um projeto como o <em>Encaramujado</em> exige certo nível de desapego afetivo, não?. Por outro lado, deve proporcionar uma amplitude imensurável na capacidade de lidar e compreender gente diferente. Após a viagem, o que mudou no jeito com que você lida com as pessoas? É mais fácil ou mais difícil &#8220;se apegar&#8221; ou ter afinidade com outra pessoa? Por quê?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Além do desprendimento inicial, na saída, quando é preciso se separar da família e dos amigos, durante a viagem também se pratica continuamente esse desapego afetivo em relação às pessoas que cruzam seu caminho na estrada. De tanto se separar dos outros, o viajante acaba aprendendo melhor como estar junto. Parece um paradoxo, mas as despedidas ensinam algo sobre os encontros. E o que sinto depois dessa experiência é que o desapego não precisa se confundir com uma certa frieza, ou até desdém, no trato com a vida, não é isso. Acho que o cuidado todo é para não cultivar falsas sensações de posse e controle em relação a alguém. Sem esse sentimento de “propriedade particular”, as amizades e relações amorosas tendem a ganhar uma profundidade leve, natural. Nesse sentido, sinto que o desapego afetivo, em vez de me afastar das pessoas, na verdade, pode até fortalecer as minhas relações.</p>
<p><strong>CL: Como foi passar as experiências de uma viagem pelo Brasil em uma Kombi para um livro?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Boa parte dos textos do <em>Encaramujado</em> foi manuscrita na estrada. Era uma cena muito comum me ver por aí, nos banquinhos de praça do interior, com o bloquinho de anotações na mão, escrevendo, escrevendo. De modo que o livro e a viagem foram ganhando forma e conteúdo juntos. Nesse sentido, não sei identificar muito bem quando foi que a viagem virou livro e como foi essa passagem porque, dentro de mim, o escritor e o viajante são inseparáveis, convivem como um só.</p>
<p><strong>CL: Você se preocupou mais em fazer com que o leitor também viajasse e tivesse suas próprias sensações ou se sentisse em sua pele, vivendo os sentimentos que você viveu?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Me fascina mais pensar que a imaginação dos leitores reinventa a minha viagem. Por isso, quando alguém me escreve para compartilhar suas impressões em relação ao <em>Encaramujado</em>, é como se as posições se invertessem: o leitor assume o volante da Kombi e eu vou no banco do passageiro, admirando uma viagem que já não é mais minha. Em vez da repetição da minha experiência, necessariamente pessoal e intransferível, acho que o livro oferece janelas. E cada leitor, à sua maneira, acaba reconhecendo ali suas próprias paisagens. É o que eu espero.</p>
<p><strong>CL: O Brasil não é um país muito amigável quando se trata de estradas. Houve algum episódio em que você chegou a temer pela vida de sua Kombi (e sua Kombi a temer pela vida do motorista)?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Na verdade, ao longo da viagem, até que fiquei com uma impressão positiva sobre a qualidade da malha rodoviária brasileira. É claro, percorri alguns trechos vergonhosos (no Piauí, por exemplo, me lembro de uma placa pintada à mão na beira da estrada, anunciando aos motoristas, ao mesmo tempo como advertência e como protesto, que viriam pela frente “86 km de desprezo e abandono”. Dali em diante, confirmando a placa, a pista se transformou numa sucessão de crateras). Me enrosquei em alguns atoleiros também, no Jalapão e na Chapada dos Guimarães (mas aí, foi mais por imprudência do motorista, que colocou a Kombi em território exclusivo a 4&#215;4). O único episódio mais grave não teve relação com a qualidade da estrada: no Maranhão, me envolvi num acidente com dois ciclistas. A Kombi derrapou e tombou na pista. Todos ficaram bem, mas o carro teve que ser rebocado para o conserto. Nos cinco meses seguintes, continuei a viagem a pé.</p>
<p><strong>CL: Se o <em>Encaramujado</em> tivesse sido escrito por outra pessoa, o quão diferente você acha que ele seria?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Já dizia o velho Heráclito, aquela história de que um homem não se banha duas vezes no mesmo rio. Da mesma forma, um livro não se repete, nem mesmo pela pena do próprio autor, o que dirá por outra pessoa. O <em>Encaramujado</em> é obra de quem eu fui naquele momento. Nunca mais vai acontecer.</p>
<p><strong>CL: Toda viagem pode ser uma oportunidade de autoconhecimento. Que Antonio Lino você encontrou pelos confins do Brasil?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Durante a viagem, tive a oportunidade de conviver com vários Antonios. Fui agricultor, peão-de-obra, pescador, artista mambembe, alpinista, e muito mais. Essa possibilidade de me experimentar, de me descobrir plural e conhecer um pouco melhor esse monte de gente dentro de mim, foi sem dúvida um dos grandes baratos da viagem. Por isso, acabei preferindo não ficar com nenhum Antonio em especial. Na verdade, para mim, esse exercício de autoconhecimento é fascinante justamente pela contínua perdição de si mesmo. Mais do que o encontro definitivo, acho que o movimento da busca combina mais com um viajante.</p>
<p><strong>CL: De tudo o que viu pelo caminho, o que você encontrou de mais diferente de você mesmo? Se tivesse de escolher, hoje, uma outra vida, qual das tantas retratadas no livro você escolheria? Por quê?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Por mais interessantes e diferentes que tenham sido as experiências que vivi durante a viagem, tenho escolhido não estacionar em vida nenhuma. Isso não quer dizer viver superficialmente, à deriva, do tipo “pra onde me chamar eu vou”. É, na verdade, uma tentativa de se manter aberto, receptivo às novidades. E um cuidado também para não alimentar muita nostalgia da estrada, como se minha felicidade só fosse possível viajando. Quando começo a me sentir meio entediado, lembro de uma frase do Rilke: “Caso o seu cotidiano lhe pareça pobre, não reclame dele, reclame de si mesmo, diga para si mesmo que não é poeta o bastante para evocar suas riquezas&#8230;”. Atualmente, mesmo “parado”, morando num “imóvel”, tenho tentado seguir essa recomendação do Rilke: ao invés de escolher uma outra vida, mais poética, em algum lugar distante, no passado, procuro encontrar a poesia aqui mesmo, na vida que eu tenho hoje.</p>
<p><strong>CL: <strong>Qual história inédita dos bastidores da viagem/ produção do <em>Encaramujado</em> poderia contar para nós?</strong></strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Tem uma historinha que acabou não entrando no livro, que aconteceu em São Luiz do Maranhão. Como eu disse, depois do acidente, segui viagem sem a Kombi. Depois de cinco meses a pé, rodando pela Amazônia, voltei para pegar o carro na oficina. Imagine, a Kombi parada aquele tempo todo, estava toda suja, uma poeira danada por dentro. Então estacionei em frente a uma pensãozinha em São Luiz e comecei a arrumação. Na calçada, fui organizando o que eu ia jogar fora, dentro de uma caixa de papelão. Lá pelas tantas, a caixa já cheia de cacarecos, chega um mendigo, conversa comigo e me pede pra fuçar aquele meu lixo. Deixo ele lá, mexendo no que eu havia descartado. E quando ele se despede e vai embora, o que me surpreende é que, entre tudo o que estava ali, ele escolhera justamente umas fotos de alguns amigos e da minha família, que eu havia jogado fora porque estavam já muito amassadas e molhadas e além do mais, eu tinha as cópias digitais. Aquilo me tocou profundamente. Um misto de compaixão pelo sujeito, já que aquele gesto me pareceu o cúmulo da solidão. E ao mesmo tempo, um incômodo, como se ele estivesse invadindo a minha vida ao levar aquelas fotografias. Até comecei a escrever um conto, baseado nessa história. Mas até hoje, ainda não acabei.</p>
<p><strong>CL: O que fica de mais gratificante numa experiência como essa?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Além de todos os aprendizados colhidos na estrada, sem dúvida, uma das maiores recompensas da viagem é essa possibilidade de compartilhar histórias com outras pessoas através do livro. Acontece de me escrevem contando das inspirações de um ou outro texto do <em>Encaramujado</em>, e isso me fascina, porque, de certa forma, isso quer dizer que minha Kombi nunca parou. Na imaginação de cada leitor, a viagem segue acontecendo.</p>
<p><strong>CL: Como tem sido a aceitação do livro pelo público?</strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Seis meses depois do lançamento, a primeira tiragem, de mil exemplares, já vai se esgotando, o que é um bom feito para um livro independente, dentro dos padrões do mercado editorial brasileiro. Entre algumas reportagens e entrevistas, que tem ajudado bastante na divulgação, sinto o boca-a-boca funcionando, muita gente comprando por indicação, ou que pegou o livro emprestado do amigo&#8230; Graças ao generoso empurrão dos leitores, posso dizer que o <em>Encaramujado</em> tem conseguido embalar bastante bem.</p>
<p><strong>CL: <strong>A publicação de livros hoje, ainda que não seja acessível a qualquer um, é mais fácil do que nunca, já que existem impressões por demanda, editoras especializadas, dentre outras alternativas. O que isso implica para os autores?</strong></strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Mais e melhores oportunidades de ser lido, certamente. E mais responsabilidade também. Porque se começam a aparecer novas possibilidades de publicação (entre elas, a auto-publicação), o autor não pode mais se colocar naquela posição resignada, de “gênio incompreendido”, à espera de que alguma editora reconheça seu talento e venha bater à sua porta querendo publicá-lo. Me parece (como um palpite, quem pode saber?) que nós escritores precisaremos cada vez menos de qualquer tipo de chancela institucional para publicar nossos textos e estabelecer um contato direto com os leitores. Isso pode afetar profundamente as regras do mercado editorial e a forma como é comercializada a literatura. Vejo essa possibilidade com os meus melhores olhos.</p>
<p><strong>CL: <strong>Você se sente &#8220;preso&#8221; ao tema de Literatura de Viagem? Quais são seus próximos projetos?</strong></strong></p>
<p><strong>AL: </strong>Depois dessa viagem pelo Brasil que está contada no <em>Encaramujado</em>, eu já experimentei uma outra aventura: entre 2009 e 2010, andei dez meses pela África. Dessa vez, sem a Kombi. Fiquei dois meses num campo de refugiados em Gana e depois morei sete meses na Libéria, um pequeno país que tenta se recuperar de quatorze anos de guerra civil. Atualmente, estou trabalhando no meu próximo livro, que contará algumas das histórias que ouvi e vivi lá na África. Apesar de ser recorrente nos meus textos, não me sinto preso ao tema das viagens não, de maneira alguma. Muito pelo contrário: misturando viagens com literatura, o que eu sinto é liberdade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1206/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1206&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/21/de-kombi-pelo-brasil-uma-entrevista-com-antonio-lino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/yawanawa1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Yawanawa</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Confira a programação da Flip 2012</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/18/confira-a-programacao-da-flip-2012/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/18/confira-a-programacao-da-flip-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[De tudo um pouco]]></category>
		<category><![CDATA[festival literário]]></category>
		<category><![CDATA[Flip]]></category>
		<category><![CDATA[Flip 2012]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1202</guid>
		<description><![CDATA[A Festa Literária Internacional de Paraty, a famosa Flip, acaba de divulgar a programação preparada para este ano. Na edição que comemora dos 10 anos do evento, os destaques ficam por conta de três autores estrangeiros que participaram das primeiras edições: Ian McEwan, Enrique Vila-Matas e Hanif Kureishi. Além disso, a “pré-abertura” da festa, com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1202&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/flip.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1203" title="flip" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/flip.jpg?w=500" alt=""   /></a>A Festa Literária Internacional de Paraty, a famosa Flip, acaba de divulgar a programação preparada para este ano. Na edição que comemora dos 10 anos do evento, os destaques ficam por conta de três autores estrangeiros que participaram das primeiras edições: Ian McEwan, Enrique Vila-Matas e Hanif Kureishi. Além disso, a “pré-abertura” da festa, com a presença de Luis Fernando Verissimo para um bate-papo sobre literatura também merece destaque.</p>
<p>Confira a seguir a programação completa da Flip 2012.</p>
<p><strong><span style="font-family:Calibri;">Programação:</span></strong></p>
<p><em>Dia 4 de julho</em><em><br />
</em>19 h – Pré-abertura: Flip, 10 Anos, com Luis Fernando Verissimo. Conferência de abertura Drummond 110, com Antonio Cicero e Silviano Santiago<br />
21 h – Show com Ciranda da Tarituba e Lenine</p>
<p><em>Dia 5 de julho</em><br />
10 h – Escritas da Finitude, com Altair Martins, André de Leones e Carlos de Brito e Mello; mediação João Cezar de Casto Rocha<br />
11h45 – Leitura no Espaço Público, com Silvia Castrillon e Alexandre Pimentel; mediação Écio Salles<br />
15 h – Apenas literatura, com Enrique Vila-Matas e Alejandro Zambra; mediação Paulo Roberto Pires<br />
17h15 – Ficção e História, com Javier Cercas e Juan Gabriel Vásquez; mediação Ángel Gurría-Quintana<br />
19h30 – Autoritarismo, Passado e Presente, com Luiz Eduardo Soares e Fernando Gabeira; mediação Zuenir Ventura</p>
<p><em>Dia 6 de julho</em><br />
10 h – Drummond – O Poeta Moderno, com Antonio C. Secchin e Alcides Villaça; mediação Flávio Moura<br />
12 h – O Mundo de Shakespeare, com Stephen Greenblatt e James Shapiro; mediação de Cassiano Elek Machado<br />
15 h – Exílio e Flânerie, com Teju Cole e Paloma Vidal; mediação João Paulo Cuenca<br />
17h15 – Literatura e Liberdade, com Adonis e Amin Maalouf; mediação Alexandra Lucas Coelho 19h30 – Encontro com Jonathan Franzen; mediação de Ángel Gurría-Quintana</p>
<p><em>Dia 7 de julho</em><br />
10 h – Cidade e Democracia, com Richard Sennett e Roberto DaMatta; mediação Guilherme Wisnik<br />
12 h – Pelos Olhos do Outro, com Ian McEwan e Jennifer Egan; mediação Arthur Dapieve<br />
15 h – Em Família, com Zuenir Ventura, Dulce Maria Cardoso e João Anzanello Carrascoza; mediação João Cezar de Castro Rocha<br />
17 h – O Avesso da Pátria, com Zoé Valdés e Dany Laferrière; mediação Alexandra Lucas Coelho<br />
19h30 – Encontro com Le Clézio; mediação Humberto Werneck</p>
<p><em>Dia 8 de julho</em><br />
10 h – Vidas em Verso, com Jackie Kay e Fabrício Carpinejar; mediação João Paulo Cuenca<br />
11h45 – A Imaginação Engajada, com Rubens Figueiredo e Francisco Dantas; mediação João Cezar de Castro Rocha<br />
14h30 – Drummond – O Poeta Presente; com Armando Freitas Filho (em vídeo), Eucanaã Ferraz e Carlito Azevedo; mediação Flávio Moura<br />
16h30 – Entre Fronteiras, com Gary Shteyngart e Hanif Kureishi; mediação Ángel Gurría-Quintana<br />
18h30 – Livro de Cabeceira, com todos os autores</p>
<p><strong>Ingressos</strong>. A venda de ingressos para a Flip 2012 começa no dia 4 de junho, às 10h da manhã, pela internet, por telefone e em diversos pontos. A partir de 4 de julho, as entradas poderão ser compradas apenas na bilheteria da Flip em Paraty.</p>
<p>Os ingressos são vendidos por mesa e os interessados em participar da programação da Flip Casa da Cultura devem comprar as entradas durante o evento.</p>
<p>Para cada mesa, há o limite de dois ingressos por pessoa de acordo com o CPF do comprador.</p>
<p><strong>Preços:</strong></p>
<p><em>Conferência de Abertura e Mesas Literárias</em><br />
Tenda dos Autores: R$ 40,00<br />
Tenda do Tel: R$ 10,00<br />
Show de abertura<br />
Tenda do Tel: R$ 30,00</p>
<p><em>Eventos da Flip Casa da Cultura </em><br />
Eventos pagos: R$ 10,00<br />
Eventos gratuitos &#8211; retirar ingressos uma hora antes, na Casa da Cultura</p>
<p><em>Com informações do portal Estadão</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1202/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1202&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/18/confira-a-programacao-da-flip-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/flip.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">flip</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Site reúne dedicatórias de livros</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/16/site-reune-dedicatorias-de-livros/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/16/site-reune-dedicatorias-de-livros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[De tudo um pouco]]></category>
		<category><![CDATA[acervo coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[autógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[dedicatória]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Valter Ugo Mãe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1198</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada, aproveitei a passagem do português Valter Ugo Mãe por São Paulo para comprar os livros que ainda não tinha dele e conseguir algumas dedicatórias. Para minha surpresa, não decifrei completamente o que ele escreveu em nenhum dos quatro exemplares autografados (veja um deles acima), mas beleza, valeu a boa intenção. Livros com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1198&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/dsc_0109.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1199" title="DSC_0109" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/dsc_0109.jpg?w=500&h=752" alt="" width="500" height="752" /></a></p>
<p>Na semana passada, aproveitei a passagem do português Valter Ugo Mãe por São Paulo para comprar os livros que ainda não tinha dele e conseguir algumas dedicatórias. Para minha surpresa, não decifrei completamente o que ele escreveu em nenhum dos quatro exemplares autografados (veja um deles acima), mas beleza, valeu a boa intenção.</p>
<p>Livros com dedicatórias – seja ela do autor o da pessoa que presenteia com uma obra – são uma espécie de fetiche entre leitores e o tumblr “<a href="http://eutededico.tumblr.com" target="_blank">Eu te dedico</a>” é uma espécie de acervo coletivo destes exemplares. Vale conhecer a página, explorá-la e, se possível, colaborar com o projeto, que, além de mostrar a imagem do livro com a dedicatória ainda contextualiza o porquê dos escritos.</p>
<p>E, por favor, se alguém conseguir entender a segunda parte do que o Valter Ugo Mãe escreveu, deixe a tradução aí no comentário!</p>
<p>Ps: Conheci o “Eu te dedico” por meio do “<a href="http://leituraseobservacoes.blogspot.com.br/" target="_blank">Sobre leituras e observações</a>”, que também recomendo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1198&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/16/site-reune-dedicatorias-de-livros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/dsc_0109.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">DSC_0109</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Um miserável Orwell</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/14/um-miseravel-orwell/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/14/um-miseravel-orwell/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna do Fred]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[A caminho de Wigan]]></category>
		<category><![CDATA[A revolução dos bichos]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia das Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Dentro da baleia]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Arthur Blair]]></category>
		<category><![CDATA[Fred Linardi]]></category>
		<category><![CDATA[George Orwell]]></category>
		<category><![CDATA[Hunter Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Gonzo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Literário]]></category>
		<category><![CDATA[Na pior em Paris e Londres]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1193</guid>
		<description><![CDATA[Por Fred Linardi Ao escrever Na pior em Paris e Londres, Eric Arthur Blair ainda não era conhecido como George Orwell e, claro, não havia escrito os clássicos 1984 e A revolução dos bichos. De fato, essa narrativa de não ficção foi seu primeiro livro. Sua premissa parece uma ideia que já passou pela cabeça [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1193&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fred Linardi</p>
<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/orwell.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1194" title="orwell" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/orwell.jpg?w=500" alt=""   /></a>Ao escrever <em>Na pior em Paris e Londres</em>, Eric Arthur Blair ainda não era conhecido como George Orwell e, claro, não havia escrito os clássicos <em>1984</em> e <em>A revolução dos bichos</em>. De fato, essa narrativa de não ficção foi seu primeiro livro.</p>
<p>Sua premissa parece uma ideia que já passou pela cabeça de muitos: numa arriscada aventura, o autor decidiu que viveria como um jovem miserável pelas cidades de Paris e Londres, usando roupas de segunda mão e procurando empregos direcionados para pessoas naquela condição social. Simplesmente isso.</p>
<p>Os altos e baixos da vida um tanto vagabunda e desesperadora o fizeram passar fome e ser pressionado pelas cobranças de aluguel do seu miserável cubículo em Paris, infestado de percevejos. Foi também na capital francesa que ele batalhou por empregos como professor ou qualquer coisa que lhe pudesse trazer uma sobrevivência mais digna. Com incertezas e dias de estomago vazio, fixou-se como lavador de pratos de um hotel, onde conseguiu ficar a maior parte do tempo.</p>
<p>Entre o próprio emprego e os bares que frequentava, o escritor inglês soube aproveitar o encontro com personagens de vidas semelhantes a ele e ilustrá-los como retratos daquela realidade. Nesses meados dos anos 1920, Orwell conseguiu informar o que acontecia entre as ruas repletas de pessoas que viviam à margem da sociedade europeia, como eram tratados pelos patrões, colegas de trabalho e como era o relacionamento entre os próprios miseráveis que acabou conhecendo. É em Londres que o jovem escritor tem uma grande rotação entre albergues de todos os tipos e conta como esses lugares funcionam e quais são as condições de hospedagem.</p>
<p>Entre as ideias e ensaios sobre as experiências nesta rotina, os episódios são narrados com requintes textuais que mantêm o interesse pela leitura, por mais grotescos que sejam os casos contados pelos homens e mulheres que cruzavam seu caminho. Algumas vezes os depoimentos duram por quase todo um capítulo curto e pontual, mas também incrementados de ótimas reconstruções de cenas que projetam os ambientes de forma vívida.</p>
<p>Além de imprimir uma realidade à parte, o livro revela um enérgico jovem escritor. <em>Na pior em Paris e em Londres</em> manteve-se inédito no Brasil até 2005, quando foi editado pela Companhia das Letras em sua já notável coleção Jornalismo Literário. A narrativa revela a possibilidade de se fazer reportagem pela sua maneira mais radical, ou seja, retirando-se do escritório e vivenciando um determinado tema. Orwell não chega às últimas consequências, como décadas depois o Jornalismo Gonzo faria, nas mãos de seu mais ilustre representante, o americano Hunter Thompson. Talvez esteja aí o equilíbrio deste trabalho de Orwell, onde é perceptível seu cuidado em voltar vivo para contar a história.</p>
<p>Ainda bem, pois dentro dos seus trabalhos de não ficção, ele ainda escreveria os notáveis <em>Dentro da baleia</em> e <em>A caminho de Wigan</em>, refletindo sobre a sociedade e a política. De forma mais direta e pessoal, seus ensaios prevêem a qualidade narrada e a profundidade filosófica contida em seus clássicos romances posteriores.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1193/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1193&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/14/um-miseravel-orwell/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/orwell.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">orwell</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Novidades na área</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/09/novidades-na-area-7/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/09/novidades-na-area-7/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Diego Grando]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Yabu]]></category>
		<category><![CDATA[James McConnachie]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Carey]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Merheb]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas K. McCraw]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1182</guid>
		<description><![CDATA[O amor e o sexo James McConnachie O Kamasutra é o manual de sexo mais famoso do mundo. O amor e o sexo conta a saga deste tratado hindu, desde a origem na antiga Índia até seu ressurgimento no moderno Ocidente. De forma detalhada, James McConnachie delineia um retrato singular da época em que o Kamasutra foi escrito. Apresenta também como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1182&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/kamasutra.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1183" title="kamasutra" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/kamasutra.jpg?w=101&h=150" alt="" width="101" height="150" /></a>O amor e o sexo</em></strong><em><br />
</em><strong>James McConnachie<br />
</strong>O <em>Kamasutra</em> é o manual de sexo mais famoso do mundo. <em>O amor e o sexo<strong> </strong></em>conta a saga deste tratado hindu, desde a origem na antiga Índia até seu ressurgimento no moderno Ocidente. De forma detalhada, James<strong> </strong>McConnachie<strong> </strong>delineia um retrato singular da época em que o Kamasutra foi escrito. Apresenta também como os últimos manuscritos subsistentes foram rastreados na Índia por visionários eruditos vitorianos. Revela ainda como, auxiliado por um clandestino e seleto grupo de experimentadores e iconoclastas sexuais, o excêntrico explorador Richard Burton desvendou o livro para a sociedade inglesa, em uma tentativa de iniciar uma revolução. E como, em seguida, a obra foi parar nas mãos de pornógrafos piratas, antes de ser novamente descoberta com alvoroço na década de 1960.</p>
<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/profeta.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1184" title="profeta" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/profeta.jpg?w=101&h=150" alt="" width="101" height="150" /></a>O profeta da inovação</em></strong><em><br />
</em><strong>Thomas K. McCraw<br />
</strong>Um dos mais importantes economistas da primeira metade do século XX, e provavelmente aquele que melhor compreendeu o funcionamento do capitalismo, o austríaco Joseph Schumpeter deixou sua marca como o profeta da mudança incessante. Sua visão era radical: quase todas as empresas fracassam, vítimas das inovações introduzidas pelas concorrentes. Tendo como base todos os escritos do teórico, inclusive diários e cartas íntimas nunca publicados, o professor emérito da Harvard Business School Thomas K. McCraw, vencedor do <em>Prêmio Pulitzer </em>de história, traça nesta primorosa biografia um retrato completo de uma figura carismática e genial e também de sua época, marcada por duas guerras mundiais.</p>
<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/face-ilegal.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1185" title="face ilegal" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/face-ilegal.jpg?w=97&h=150" alt="" width="97" height="150" /></a>Sua face ilegal</em></strong><em><br />
</em><strong>Peter Carey<br />
</strong>Peter Carey, único escritor a ganhar por duas vezes o cobiçado <em>Booker Prize</em>, cria, em <em>Sua face ilegal</em>, um romance corajoso, resistente, frágil, soberbo. Incensado pela crítica e aclamado pelo público. Che Selkirk tem 7 anos, uma vida tranqüila e todos os privilégios que sua avó poderia lhe oferecer na Nova York de 1972. Mas algo importante falta em seu mundo: seus pais, radicais que fugiram de Harvard e da polícia no final dos anos 1960. A rotina do menino sofre uma reviravolta quando uma mulher misteriosa surge em seu apartamento. Che imediatamente acredita ser sua mãe, e juntos fogem para dar início a uma nova jornada além dos Estados Unidos e de tudo que o menino conhecia.</p>
<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/som-da-revoluc3a7c3a3o.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1186" title="som da revolução" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/som-da-revoluc3a7c3a3o.jpg?w=101&h=150" alt="" width="101" height="150" /></a>O som da revolução<br />
</em>Rodrigo Merheb<br />
</strong>Entre riffs de guitarra e solos estonteantes, <em>O som da revolução</em>, de Rodrigo Merheb, conta a história cultural do rock, entre os anos psicodélicos de 1965 e 1969. Em meio a um quadro de intensa turbulência social, as aventuras eletrificadas de ícones de várias gerações como Jimi Hendrix, Beatles, Pink Floyd e Bob Dylan se interligam numa narrativa envolvente que compõe um painel extenso e detalhado sobre a trilha sonora da contracultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/princisa.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1187" title="princisa" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/princisa.jpg?w=100&h=150" alt="" width="100" height="150" /></a>A última princesa<br />
</em>Fábio Yabu<br />
</strong>Em<strong><em> </em></strong><em>A última princesa</em>, Fábio Yabu aborda de forma lúdica a vida da princesa Isabel, em livro belissimamente ilustrado. O escritor une fantasia a fatos reais na história que refaz a trajetória da nobre brasileira desde seu nascimento até o exílio na Europa. Um fato pouco conhecido na vida da princesa &#8211; seu encontro com Santos Dumont &#8211; tem destaque na trama repleta de fantasia e emoção. O autor ganhou fama mundial com a série de livros e desenhos animados Princesas do Mar, exibido diariamente nas TVs de mais de 50 países.</p>
<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/correnteza-e-escombros-capa.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1188" title="Correnteza e escombros - capa" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/correnteza-e-escombros-capa.jpg?w=96&h=150" alt="" width="96" height="150" /></a>Correnteza e Escombros</em></strong></p>
<p>Olavo Amaral</p>
<p><em>Correnteza e Escombros</em>, segundo livro de Olavo Amaral, utiliza a linguagem do fantástico e cenários inusitados para abordar temas universais como o desejo e a busca do encontro. Com forte unidade temática, seus nove contos falam sobre tentativas de aproximação entre personagens díspares, usando o líquido como fio condutor entre as histórias. Em rios caudalosos ou em tigelas de leite, a correnteza serve como metáfora do desejo que nos impele ao outro e da pulsão de abandonar o isolamento para dissolver-se em algo maior.</p>
<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/capa-sc3a9tima-do-singular.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1189" title="Capa Sétima do singular" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/capa-sc3a9tima-do-singular.jpg?w=105&h=150" alt="" width="105" height="150" /></a>Sétima do singular</em></strong></p>
<p>Diego Grando</p>
<p>O autoconhecimento, a vida vivida, o aprendizado e o eterno recomeço. A autenticidade e a criatividade. O conformismo e a desesperança. A existência e a inexistência. Os medos e os segredos. O vocabulário e a matemática. O dividido somado. Sete representações da singularidade poética de Diego Grando presentes em seu novo livro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/homem-historias.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1190" title="homem historias" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/homem-historias.jpg?w=97&h=150" alt="" width="97" height="150" /></a>O homem que não sabia contar histórias</em><br />
Rodrigo Barbosa<br />
</strong>Em seu primeiro romance, o jornalista Rodrigo Barbosa<strong> </strong>oferece uma trama que se passa em três planos: a imaginação do protagonista &#8211; o meteorologista José Brás -, retratada em seu caderno, a visão dele e a realidade propriamente dita. Com diversas referências musicais e à história recente do Brasil, <em>O homem que não sabia contar histórias<strong> </strong></em>apresenta os tortuosos caminhos trilhados pelo personagem central em busca do seu verdadeiro &#8220;eu&#8221;.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1182/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1182&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/09/novidades-na-area-7/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/kamasutra.jpg?w=101" medium="image">
			<media:title type="html">kamasutra</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/profeta.jpg?w=101" medium="image">
			<media:title type="html">profeta</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/face-ilegal.jpg?w=97" medium="image">
			<media:title type="html">face ilegal</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/som-da-revoluc3a7c3a3o.jpg?w=101" medium="image">
			<media:title type="html">som da revolução</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/princisa.jpg?w=100" medium="image">
			<media:title type="html">princisa</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/correnteza-e-escombros-capa.jpg?w=96" medium="image">
			<media:title type="html">Correnteza e escombros - capa</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/capa-sc3a9tima-do-singular.jpg?w=105" medium="image">
			<media:title type="html">Capa Sétima do singular</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/homem-historias.jpg?w=97" medium="image">
			<media:title type="html">homem historias</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Papo com Valter Hugo Mãe</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/07/papo-com-valter-hugo-mae/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/07/papo-com-valter-hugo-mae/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Cosac Naify]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Benevides]]></category>
		<category><![CDATA[editora 34]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[literatura portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria da Vila]]></category>
		<category><![CDATA[o filho de mil homens]]></category>
		<category><![CDATA[o nosso reino]]></category>
		<category><![CDATA[Valter Hugo Mãe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1177</guid>
		<description><![CDATA[O escritor Valter Hugo Mãe, tido como um dos maiores nomes da literatura portuguesa nos últimos anos, estará em um bate-papo sobre o lançamento de O filho de mil homens, que acaba de ser lançado no Brasil pela Cosac Naify  (junto com o nosso reino, pela Editora 34). A conversa será mediada por Daniel Benevides e acontecerá [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1177&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/o-filho-de-mil-homens.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1178" title="o filho de mil homens" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/o-filho-de-mil-homens.jpg?w=205&h=300" alt="" width="205" height="300" /></a>O escritor Valter Hugo Mãe, tido como um dos maiores nomes da literatura portuguesa nos últimos anos, estará em um bate-papo sobre o lançamento de <em>O filho de mil homens</em>, que acaba de ser lançado no Brasil pela Cosac Naify  (junto com <em>o nosso reino</em>, pela Editora 34). A conversa será mediada por Daniel Benevides e acontecerá na Livraria da Vila da rua Fradique Coutinho (nº915), em São Paulo, a partir das 19h30.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1177/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1177&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/05/07/papo-com-valter-hugo-mae/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/05/o-filho-de-mil-homens.jpg?w=205" medium="image">
			<media:title type="html">o filho de mil homens</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Por quê?</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/27/por-que/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/27/por-que/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna do Igor]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Florestan Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Gleiser]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Sérgio Cortella]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Freire]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ruben Alves]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1172</guid>
		<description><![CDATA[Por Igor Antunes Penteado Quando pequenos, temos em nós um profundo ímpeto em saber as coisas, que é constantemente tolhido pelos adultos que nos cercam. “Por que, pai? Por que, mãe? – Porque sim, moleque chato.” O intrigante é que essa curiosidade infantil é justamente uma das características que mais deveriam ser incentivadas e cultivadas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1172&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Igor Antunes Penteado</p>
<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/pq.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1173" title="pq" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/pq.jpg?w=500" alt=""   /></a>Quando pequenos, temos em nós um profundo ímpeto em saber as coisas, que é constantemente tolhido pelos adultos que nos cercam.</p>
<p><em>“Por que, pai? Por que, mãe? – Porque sim, moleque chato.”</em></p>
<p>O intrigante é que essa curiosidade infantil é justamente uma das características que mais deveriam ser incentivadas e cultivadas em nós. Talvez, se fôssemos estimulados a sempre buscarmos respostas para as coisas que não entendemos, o percentual de leitores não ficasse sempre com as médias vergonhosas de sempre.</p>
<p>Querer saber mais, por si só, já é meio caminho andado para gostar de ler. Quanto mais você lê, mais você sabe; quanto mais você sabe, mais você quer saber. E aí o processo se retroalimenta sem necessidade de maiores explicações. Entretanto, o que fazemos com nossas crianças é, aos poucos, tentarmos enquadrá-las em fôrmas pré-moldadas de comportamentos “aceitos” socialmente – muitas vezes, fôrmas baseadas em nossas próprias atitudes, que foram baseadas nas de nossos pais etc.</p>
<p>Mas o maior agravante é que não somos os únicos responsáveis por moldar as crianças. A escola é, certamente, a maior vilã de toda essa história. Primeiramente porque, desde que o método moderno de ensino foi implantado, foi responsável por nos moldar, assim como moldou nossos pais, avós, bisavós <em>ad aeternum</em>. Dessa forma, nós também somos obviamente produtos pré-moldados.</p>
<p>O principal problema reside no fato de que nossas escolas não nos ensinam a pensar. O que a gente aprende desde cedo é pensar de acordo com o que outros já pensaram, com suas realizações e descobertas. Quantos de nós podemos levantar a mão e dizer que tiveram um professor que não seguia estritamente o que constava nos livros e apostilas? Ou, mais ainda, que se prestavam a discutir o que estava sendo ministrado em aula não como verdade absoluta, mas como uma das versões da história, um dos jeitos de fazer, uma das soluções?</p>
<p>Pensando por esse lado, não espanta o fato de chegarmos ao Ensino Médio odiando a Filosofia, por exemplo. Aposto que não raro você, leitor, depara-se com um adolescente reclamando que estudar Filosofia é chato e só maluco faz isso. Isso porque a Filosofia (claro, isso conforme o jeito com o qual ela é ensinada) força a gente a pensar. <strong>E a gente não está acostumado a pensar</strong>. Acomodados, não gostamos de ter que pensar por nós mesmos. Essa é mais uma verdade constrangedora que muitas vezes não conseguimos enxergar e, não enxergando, continuamos a dar seguimento ao sistema já implantado. A velha história do dado viciado. Não adianta mudar os jogadores se o jogo é o mesmo, o resultado sempre vai ser igual.</p>
<p>Por isso é tão importante incentivarmos a curiosidade infantil e o anseio de sempre saber mais. Aos poucos, os pequenos começam a aprender a ir, por eles mesmo, atrás das verdades e inevitavelmente viram leitores vorazes. Essa é uma teoria particular, e sei que pode parecer simplista e até otimista demais. Mas justamente por ser simples que acredito fielmente em sua eficácia.</p>
<p>Como tradição, sempre indicamos um ou mais livros em nossos posts. Mas, dessa vez, farei diferente. Neste caso, indicar um livro seria ir contra meu próprio texto e tentar enquadrar sua capacidade de pensar, leitor. Entretanto, sugiro autores que podem ajudá-lo a entender melhor o mundo que o cerca e responder algumas de nossas maiores perguntas. Leia Marcelo Gleiser, leia Mario Sergio Cortella, leia Florestan Fernandes, leia Ruben Alves, leia Paulo Freire. Leia de tudo um pouco e explore que lhe serve. Esse é o melhor caminho.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1172/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1172&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/27/por-que/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/pq.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">pq</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Entre quadrinhos e traduções – uma entrevista com Augusto Paim</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/25/entre-quadrinhos-e-traducoes-uma-entrevista-com-augusto-paim/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/25/entre-quadrinhos-e-traducoes-uma-entrevista-com-augusto-paim/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 17:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio de Macedo Soares]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Paim]]></category>
		<category><![CDATA[Érico Assis]]></category>
		<category><![CDATA[Cachalote]]></category>
		<category><![CDATA[Cartoon Movement]]></category>
		<category><![CDATA[Dan Archer]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Galera]]></category>
		<category><![CDATA[David Axe]]></category>
		<category><![CDATA[EIJQ]]></category>
		<category><![CDATA[Fredric Wertham]]></category>
		<category><![CDATA[Goethe-Institut]]></category>
		<category><![CDATA[I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Jens Harder]]></category>
		<category><![CDATA[Jimmy Corrigan]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Sacco]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Cash – uma biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Mas podemos continuar amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Bors]]></category>
		<category><![CDATA[Maus]]></category>
		<category><![CDATA[Mawil]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina: na Faixa de Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[PUCRS]]></category>
		<category><![CDATA[Scott McCloud]]></category>
		<category><![CDATA[Sedução do Inocente]]></category>
		<category><![CDATA[Thierry Groensteen]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
		<category><![CDATA[Ulli Lust]]></category>
		<category><![CDATA[Umberto Eco]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Will Eisner]]></category>
		<category><![CDATA[Wir können ja Freunde bleiben]]></category>
		<category><![CDATA[Zarabatana]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de Obras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1162</guid>
		<description><![CDATA[Por Alberto Naninni e Rodrigo Casarin O Jornalismo Cultural é a área de maior interesse do jovem Augusto Paim, que, com apenas 26 anos, já possui em seu currículo trabalhos de grande relevância, como uma reportagem em quadrinhos sobre as favelas do Rio de Janeiro para um site holandês e a coordenação de um dossiê [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1162&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alberto Naninni e Rodrigo Casarin</em></p>
<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/augustopaimdivulgacao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1163" title="AugustoPaimDivulgacao" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/augustopaimdivulgacao.jpg?w=300&h=200" alt="" width="300" height="200" /></a>O Jornalismo Cultural é a área de maior interesse do jovem Augusto Paim, que, com apenas 26 anos, já possui em seu currículo trabalhos de grande relevância, como uma reportagem em quadrinhos sobre as favelas do Rio de Janeiro para um site holandês e a coordenação de um dossiê sobre São Paulo para a revista espanhola Zona de Obras. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Maria e mestrando em Letras, pela PUCRS, com pesquisa relacionada à escrita criativa, foi o curador do I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos (EIJQ), no Instituto Goethe de Porto Alegre, e já organiza a segunda edição do evento, que acontecerá em Curitiba. Como tradutor, já passou do alemão para o português o livro <em>Johnny Cash – uma biografia</em>, a história de vida do cantor retratada em HQ, publicada pela 8Inverso. No papo abaixo, Augusto fala bastante sobre esses assuntos e é enfático com relação à necessidade do amadurecimento dos quadrinhos como arte.</p>
<p><strong>Canto dos Livro: Como é realizar o trabalho de tradução? O que se espera de um bom tradutor?</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Augusto Paim</strong>: Os passos que dou nessa área ainda não são firmes e velozes como os de quem já pratica a tradução há anos &#8211; e a habilidade de traduzir pode muito bem ser comparada ao desenvolvimento de um músculo -, então só posso falar das descobertas surgidas durante o processo do meu próprio trabalho, além do que aprendi acompanhando o trabalho de outros tradutores mais experientes. O que se espera de um bom tradutor, antes de mais nada, é domínio da língua de chegada e o conhecimento de muitas ferramentas de pesquisa. Dominar a língua de partida, além de tarefa praticamente impossível, não é tão importante quanto isso.<br />
Da minha parte, o trabalho de tradução é um processo penoso, que não começa exatamente quando coloco a primeira palavra no arquivo do Word, mas sim no momento em que leio um livro no original pela primeira vez, passando pelo período longo que leva para se achar uma editora para essa obra no Brasil. O meu envolvimento com a tradução, talvez porque tenho trabalho especificamente com quadrinhos alemães, vai além do trabalho de rotina de um tradutor.</p>
<p><strong>CL: Quais as diferenças de traduzir uma livro de prosa para uma história em quadrinhos?</strong></p>
<p><strong></strong><strong>AP: </strong>Genericamente, acho que as obras de quadrinhos são uma ótima porta de entrada no terreno da tradução, já que o clima da história é parcialmente dado pelos desenhos, que tendem à universalidade. Analisando isoladamente, porém, vejo casos de obras cuja dificuldade não são amenizadas pelos desenhos. Um caso recente, de que posso dar o exemplo como tradutor, é <em>Wir können ja Freunde bleiben</em>, do Mawil, que deve chegar nas livrarias em breve pela Zarabatana. O título será <em>Mas podemos continuar amigos</em>. É um livrinho curto, de apenas 64 páginas, mas deu muito trabalho, porque a maior parte das suas partes cômicas é baseada no tom curioso de algumas expressões regionais de Berlim, além de outras da época da escola do autor, ou seja, expressões já desgastadas pelo tempo. Sem falar nas onomatopeias! Ah, e também tem um capitulo do livro que é baseado numa confusão idiomática, quando as personagens moram numa república estudantil, e essa situação precisou ser adaptada para funcionar por aqui. Para traduzir esse livro, precisei fazer a tal &#8220;tradução criativa&#8221;, pensando em formas de fazer com que o livro cative o leitor brasileiro da mesma forma que cativa o alemão.</p>
<p><strong>CL: Quais obras lançadas no Brasil você considera um exemplo de tradução? Por quê?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>Sempre se corre o risco de omitir nomes por esquecimento, mas&#8230; lá vai! Me ocorre agora a tradução de Antonio de Macedo Soares para <em>Maus </em>e a de Daniel Galera para <em>Jimmy Corrigan</em>, duas obras que, pela fluência com que podem ser lidas no português, demonstram o talento dos tradutores. Além disso, essas duas obras, lidas pelo olhar treinado de um tradutor, mostram que tipo de dificuldade se enfrentou na tradução. E com certeza foram muitas, a começar pelo volume de páginas.<br />
Destaco também o engajamento permanente de Érico Assis na tradução de quadrinhos do idioma inglês.</p>
<p><strong>CL: Você também possuí trabalhos relacionados ao jornalismo em quadrinhos. Como você começou a se interessar pelo gênero?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>Eu tive o primeiro contato com o trabalho de Joe Sacco em 2006. Nessa época eu cursava Jornalismo na Universidade Federal de Santa Maria, e esse interesse acabou virando o tema da minha monografia, em que eu fiz uma análise semiológico-narrativa de um trecho de <em>Palestina: na Faixa de Gaza</em>. Depois da faculdade, o tema continuou me acompanhando, e cresceu de importância a partir de dois momentos-chave: quando tive a oportunidade de realizar minha <a href="http://www.itaucultural.org.br/continuum/quadrinhos.pdf" target="_blank">primeira reportagem em HQ</a> e na ocasião em que organizamos o <a href="http://www.nonada.com.br/2010/12/os-bastidores-de-um-evento-que-nao-acabou/" target="_blank">I Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos</a>.</p>
<p><strong>CL: Em que estado se encontra o jornalismo em quadrinhos no mundo? E no Brasil?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>Ainda muito incipiente. Internacionalmente, começam a surgir nomes de destaque individual, como Dan Archer e David Axe, nos Estados Unidos. Na Alemanha, muitos autores consagrados se aventuram por essa área, como Jens Harder e Ulli Lust. Importante tem sido o trabalho de Matt Bors, editor do portal Cartoon Movement, que tem estimulado o surgimento de HQ-repórteres em diferentes continentes. O mundo, porém, ainda precisa da égide de Joe Sacco.<br />
No Brasil, ainda não há um nome de peso na área, mas acredito que os novos talentos estão por aí, germinando em algum lugar, já fazendo algumas experiências. Para que eles desabrochem, falta estímulo, e é por isso que considero fundamental o trabalho de discussão e informação proporcionado por eventos como o EIJQ.</p>
<p><strong>CL: Com relação ao jornalismo em quadrinhos, quais os trabalhos que você destaca para quem queira conhecer mais sobre o gênero?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>Sempre que falo sobre o assunto a alguém que me escuta pela primeira vez, sugiro a leitura de <em>Maus </em>e de toda a obra de Joe Sacco. Depois recomendo a visita ao portal Cartoon Movement, na <a href="http://www.cartoonmovement.com/comic" target="_blank">seção de reportagens em quadrinhos</a>. E, eventualmente, a leitura da reportagem <a href="http://www.revistadacultura.com.br:8090/revista/rc44/index2.asp?page=materia1" target="_blank"><em>Os Filhos de Joe Sacco</em></a>, sobre o crescimento internacional do Jornalismo em Quadrinhos</p>
<p><strong>CL: Na sua opinião, quadrinhos, independente de ficcionais ou não, também podem ser considerados obras literárias? Por quê?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>O amadurecimento de uma linguagem passa por sua autonomia. Se os quadrinhos já tem obras que demonstram essa independência (e as tem em número suficiente para isso), o mesmo não se pode dizer se sua recepção crítica. É por isso que ainda precisamos referenciar uma obra-prima dos quadrinhos como &#8220;literária&#8221;; uma forma de elogiar e demonstrar qualidade para uma linguagem que ainda carece de respeito crítico (não se diz, por exemplo, para elogiar um bom filme, que ele seja &#8220;literário&#8221;&#8230;). Por outro lado, penso que a literatura tem muito a oferecer para a linguagem dos quadrinhos, principalmente como fonte de inspiração de densidade e do uso criterioso de técnicas narrativas. Mas também podemos falar da importância do teatro, do cinema, da fotografia&#8230; e das próprias obras-primas dos quadrinhos!</p>
<p><strong>CL: Você está organizando a segunda edição do Encontro Internacional de Jornalismo em Quadrinhos. O que já pode nos adiantar sobre ele?</strong></p>
<p><strong></strong><strong>AP: </strong>O II EIJQ ocorrerá em Curitiba, dentro do festival de quadrinhos Gibicon, entre 25 e 28 de outubro deste ano. Ainda não posso divulgar nomes oficialmente, o que posso dizer é que, exatamente como foi no I EIJQ, estamos pensando no estímulo de uma discussão, no fomento de um debate, e essa continuará sendo nossa motivação durante o segundo evento. Creio que o tema terá uma oportunidade e tanto de crescimento por o evento ser realizado dentro de um grande festival de quadrinhos. Isso traz a possibilidade de atrair ainda mais público interessado e, por outro lado, permite que os interessados em Jornalismo em Quadrinhos tenham a oportunidade de, além de participar das discussões, aproveitar todas as outras atividades de um festival desse porte.</p>
<p><strong>CL: O Governo do Estado de São Paulo disponibiliza para os professores kits de leitura para atualização e trabalho, nos quais há opções com obras em quadrinhos. Por outro lado, revistas de grande circulação volta e meia publicam reportagens críticas a eles, desmerecendo-os como assunto de vestibulares e concursos, e atacando a linguagem de alguns. Quais implicações e prejuízos você enxerga causados por esta controvérsia?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>Acompanhei algumas dessas discussões na mídia. Em linhas gerais, o resultado é lamentável! Não para quem trabalha com quadrinhos, claro, que já passou dessa fase do discurso fácil e irrefletido sobre a linguagem. Meu receio é em relação a quem ainda não redescobriu o universo dos quadrinhos enquanto linguagem artística. Por outro lado, creio que não estamos mais em 1954, e que o público leitor dessas matérias tem agora senso crítico para não cair cegamente numa reedição das ideias de Fredric Wertham e sua <em>Sedução do Inocente </em>[que atacava moralmente os quadrinhos e acusava-os quadrinhos de subverterem os leitores].</p>
<p>Além disso, há muitos profissionais trabalhando com quadrinhos em sala de aula de forma madura e consistente. Essas polêmicas ajudam a vender jornal e acabam trazendo algum efeito negativo na carona, mas não conseguem destruir a solidez de um trabalho de conscientização e amadurecimento que vem de décadas. Derruba alguns tijolos, mas a parede segue de pé.</p>
<p><strong>CL: Qual seria o cenário ideal para que os quadrinhos auxiliassem mais na educação e na produção jornalística?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>O cenário ideal: quando o conhecimento técnico sobre a linguagem dos quadrinhos, no público geral, equivalesse ao conhecimento que se tem sobre cinema, literatura, artes visuais etc. Não se trata de exigir um grande conhecimento, veja bem, apenas uma visão geral de respeito a uma arte que tem sua história. Isso ainda falta. Em relação ao Jornalismo em Quadrinhos, o caminho é mais árduo, porque envolve uma dupla conscientização: o jornalista precisa conhecer melhor a linguagem dos quadrinhos, e o quadrinista deve procurar entender toda uma dinâmica e um código de procedimentos do jornalismo. Falta essa via de mão dupla, falta mesmo. E, no meu ver, sem isso não se faz uma reportagem em quadrinhos que realmente mereça atenção.</p>
<p><strong>CL: Numa biblioteca básica de Quadrinhos, quais obras não poderiam faltar?</strong></p>
<p><strong>AP: </strong>E agora, como citar tudo? Além de esquecer obras importantes, também não tenho como citar as que ainda não li.<br />
Bem, no campo teórico-técnico, penso que é indispensável ter trabalhos do Scott McCloud, Umberto Eco, Will Eisner e Thierry Groensteen, para começo de conversa. Em relação aos quadrinhos em si, há tanta obra de qualidade que se começasse a listar algumas, certamente não se pararia mais. Bem, vou falar de duas obras cuja leitura recente me causaram um impacto bastante positivo, não só em termos de conteúdo, mas também de linguagem. <em>Jimmy Corrigan </em>e <em>Cachalote</em>. Não são minhas obras-primas, veja bem, mas são leituras recentes. Além disso, há inúmeras obras em língua alemã que têm me contagiado bastante, mas que infelizmente ainda não são do conhecimento do leitor brasileiro. Sugiro acompanhar o <a href="http://www.goethe.de/kue/lit/prj/com/ptindex.htm" target="_blank">portal de quadrinhos do Instituto Goethe</a>.</p>
<p><em>O Augusto também é editor dos blogs <a href="http://www.cabruuum.blogspot.com.br/" target="_blank">Cabruuum</a> e <a href="http://www.augustfest.blogspot.com.br/" target="_blank">August Fest</a>, vale conferir!</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1162/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1162/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1162/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1162&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/25/entre-quadrinhos-e-traducoes-uma-entrevista-com-augusto-paim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/augustopaimdivulgacao.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">AugustoPaimDivulgacao</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Literatura pela cidade</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/24/literatura-pela-cidade/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/24/literatura-pela-cidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:06:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[De tudo um pouco]]></category>
		<category><![CDATA[Ajax Pérez Salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Antón Tchekhov]]></category>
		<category><![CDATA[Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Alceu Amoroso de Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Celuzlose]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Elena Vássina]]></category>
		<category><![CDATA[Heitor Dhalia]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Amado]]></category>
		<category><![CDATA[Lourenço Mutarelli]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia Grega]]></category>
		<category><![CDATA[Musa Rara]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[O assassinato e outras histórias]]></category>
		<category><![CDATA[O Cheiro do Ralo]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<category><![CDATA[Wladia Beatriz Correia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1158</guid>
		<description><![CDATA[&#160; A cidade de São Paulo sempre apresenta boas alternativas ao caos cotidiano para quem sabe procurar. E no campo literário não é diferente. O Guia da Folha separou alguns ótimos exemplos de viagens literárias que você pode fazer pela cidade e, aqui no nosso Canto também as indicamos. Veja quais são e escolha a(s) [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1158&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color:#222222;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;"><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/sem-tc3adtulo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1159" title="Sem título" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/sem-tc3adtulo.jpg?w=300&h=201" alt="" width="300" height="201" /></a>A cidade de São Paulo sempre apresenta boas alternativas ao caos cotidiano para quem sabe procurar. E no campo literário não é diferente. O Guia da Folha separou alguns ótimos exemplos de viagens literárias que você pode fazer pela cidade e, aqui no nosso Canto também as indicamos. Veja quais são e escolha a(s) sua(s):</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jorge, Amado e Universal</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color:#222222;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">Em cartaz no Museu da Língua Portuguesa (centro de São Paulo), a mostra homenageia o centenário de nascimento de Jorge Amado, é dividida em módulos e explora personagens, o lado político, a malandragem e traz depoimentos do autor baiano. O ingresso custa R$ 6,00.</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Poesia em Revista</strong></p>
<p><span style="color:#222222;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">Na quarta (25), às 19h30, o Centro Cultural São Paulo abriga debate sobre a edição de revistas literárias no país. Na mesma data, serão lançadas edições das revistas &#8220;Babel&#8221;, &#8220;Celuzlose&#8221; e &#8220;Musa Rara&#8221;.</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clube de Leitura &#8211; </strong><em><strong>O Cheiro do Ralo</strong></em></p>
<p><span style="color:#222222;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">O livro <em>O Cheiro do Ralo</em>, do escritor e quadrinista Lourenço Mutarelli, ganha discussão mediada pela atriz Lorena Lobato, que participou do filme homônimo dirigido por Heitor Dhalia. O evento acontece na quinta-feira (26), às 19h, no Sesc Carmo.</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Clube de Prosa Cosac Naify: </strong><em><strong>O Assassinato e Outras Histórias</strong></em></p>
<p><span style="color:#222222;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">Na quinta (26), às 19h30, a editora Cosac Naify promove a sétima edição do Clube de Prosa na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. O tema do encontro é o livro <em>O Assassinato e outras Histórias</em>, de Antón Tchekhov. Elena Vássina, professora de literatura russa da USP, conduz o bate-papo.</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mitologia Grega</strong></p>
<p><span style="color:#222222;"><span style="font-family:'Times New Roman', serif;"><span style="font-size:medium;">Ajax Pérez Salvador e Wladia Beatriz Correia promovem leituras de textos mitológicos e traçam um paralelo entre a mitologia e a vida real, fixando nas imagens criadas pelos mitos e no que oferecem para a imaginação, a poesia e a fantasia. O evento acontece na quinta (26), às 15h, na Biblioteca Alceu Amoroso de Lima (zona oeste).</span></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com informações do Guia da Folha.</em></p>
<p><span style="color:#222222;font-family:Verdana, sans-serif;font-size:small;"><br />
</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1158/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1158/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1158/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1158&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/24/literatura-pela-cidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/sem-tc3adtulo.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Sem título</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>SPA Literário</title>
		<link>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/20/spa-literario/</link>
		<comments>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/20/spa-literario/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 17:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Casarin</dc:creator>
				<category><![CDATA[De tudo um pouco]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Parque da Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel Napolitano]]></category>
		<category><![CDATA[SPA Literário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cantodoslivros.wordpress.com/?p=1154</guid>
		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1154&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/spa-literario1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1155" title="SPA-Literario1" src="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/spa-literario1.png?w=500&h=750" alt="" width="500" height="750" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cantodoslivros.wordpress.com/1154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cantodoslivros.wordpress.com/1154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cantodoslivros.wordpress.com/1154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cantodoslivros.wordpress.com/1154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cantodoslivros.wordpress.com/1154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cantodoslivros.wordpress.com/1154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cantodoslivros.wordpress.com/1154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cantodoslivros.wordpress.com/1154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cantodoslivros.wordpress.com/1154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cantodoslivros.wordpress.com/1154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cantodoslivros.wordpress.com/1154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cantodoslivros.wordpress.com/1154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cantodoslivros.wordpress.com/1154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cantodoslivros.wordpress.com/1154/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cantodoslivros.wordpress.com&#038;blog=8954468&#038;post=1154&#038;subd=cantodoslivros&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cantodoslivros.wordpress.com/2012/04/20/spa-literario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/2dcbaaf59e8048c2f3500029d05cc994?s=96&#38;d=monsterid&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Rodrigo Casarin</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://cantodoslivros.files.wordpress.com/2012/04/spa-literario1.png" medium="image">
			<media:title type="html">SPA-Literario1</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
