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Posts Tagged ‘Claudio Brites’

entrevista_desenhoNesses mais de quatro anos de Canto dos Livros, as entrevistas que procuramos fazer mensalmente se tornaram um dos principais diferenciais do blog. Por isso, resolvemos reunir os links de todas as conversas que tivemos com pessoas do meio literário em um só post. Abaixo, trechos de dez delas e, em seguida, uma relação com todos aqueles que já falaram conosco. Para ler uma entrevista na íntegra, basta clicar sobre os nomes dos entrevistados. Divirta-se!

“Perceber o mundo como um morador local o percebe é fundamental para escrever com realismo e convencer o leitor de que ele está entrando num mundo especial, diferente do seu dia-a-dia” – Airton Ortiz

“Adoro o cotidiano mais prosaico, um ponto de ônibus, um sofá com televisão, um almoço qualquer” – Andréa del Fuego

“Por mais interessantes e diferentes que tenham sido as experiências que vivi durante a viagem, tenho escolhido não estacionar em vida nenhuma. Isso não quer dizer viver superficialmente, à deriva, do tipo ‘pra onde me chamar eu vou’. É, na verdade, uma tentativa de se manter aberto, receptivo às novidades” – Antonio Lino

“Toda narrativa pública transporta implicitamente uma visão de mundo, contribuindo ou para manter o grau de consciência do leitor num nível muito baixo de entendimento da realidade, ou ajudando-o a despertar para uma visão transformadora, que não termina no ângulo puramente derrotista, negativista” – Edvaldo Pereira Lima

“Geralmente, há uma esnobação equivocada que cerca a ficção. Eu adoro belos romances, mas a verdade é que genialidade na ficção é rara e a vasta maioria dos autores que se empenha em fazê-lo acaba produzindo uma bobagem banal” – Jeremy Mercer

“A ficção é parte do real, não se opõe a ele; não é o oposto da verdade. A ficção é um modo de se tornar visíveis relações constitutivas do real” – José Luiz Passos

“Sinto que todo escritor sofre de uma hipermetropia: pode enxergar bem a obra dos outros, à distância, mas a sua própria sempre aparece aos seus olhos imprecisa e turva” – Julián Fuks

“Acho que no geral há uma possibilidade razoável de nos próximos anos termos bons livros para ler. No entanto, parece-me que boa parte da produção ainda reproduz – sem criticar ou, ainda pior, aderindo ao que há de pior no Brasil. Digamos que estamos diante, se formos falar no geral, de uma produção amena e edulcorada” – Ricardo Lísias

“O que mais me incomodava, além dos entraves burocráticos, era a minha completa inaptidão para conversar com as pessoas. Às vezes eu ficava em silêncio ao lado de algum entrevistado vendo os ônibus passarem, por puro pânico e falta de perguntas. Isso às vezes era uma vantagem, porque o sujeito acabava falando qualquer coisa que lhe viesse à mente” – Vanessa Barbara

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britesDesde quando abriu a Editora Terracota, em 2008, Claudio Brites viu várias certezas caírem por terra. Uma delas é que pensava ser o dono desta editora. Hoje o jovem paulistano nascido em 1983 assume que ela é quem o possui; a outra é que, em tempos em que o autor pode ser lido de forma tão fácil e rápida, um dos papéis do editor é transformar o livro num produto (ou algo a mais).

Mas ainda não se cansou de surpresas. Aliás, este é o sentimento que espera quando se depara com o número restrito de originais que chegam a ele. Entre a adrenalina das incertezas do meio editorial brasileiro, receber inéditos de Raimundo Carrero e Moacyr Scliar e poder lê-los antes de todo mundo são alguns dos motivos para insistir neste meio.

Claudio já organizou várias coletâneas,como Cartas do fim do Mundo, ao lado Nelson de Oliveira, publicou contos e crônicas em outras casas, além de ser autor do romance A tríade, feito co-autoria com outros três escritores (Carlos Andrade, Kizzy Ysatis e Octavio Cariello), e do romance Talvez, contemplado com uma bolsa do Programa de Ação Cultural (PROAC). É sobre este universo do autor e editor que Brites conversou com o Canto dos Livros.

Canto dos Livros: Por que ter uma editora?

Claudio Brites: No começo eu achava que era porque gostava de livros, mas neste caso o ideal era ter aberto uma livraria, não é mesmo?

A editora surgiu na minha vida, o SEBRAE que me perdoe, de forma não planejada. Eu organizava coletâneas, houve a proposta do Carlos Andrade, um verdadeiro apaixonado por livros, e eu disse sim. Marcelino Freire fez essa mesma pergunta para mim no começo e eu não soube responder, apanhei muito por isso no processo, ainda estou buscando uma resposta, mas talvez seja porque eu não tenho uma editora, ela me tem.

CL: Como é o dia a dia de um editor? Qual a maior motivação do trabalho?

CB: Você é um curador cavando espaço para obras que merecem esse espaço. Meu trabalho é criar uma ponte entre um projeto bacana e os possíveis interessados nesse projeto. Falo dessa forma, porque nem sempre os interessados são leitores (quem dera fosse só chegar até eles), na maioria das vezes tenho que convencer distribuidores, livrarias…

Mas você diz: para chegar no leitor, o escritor não precisa mais de editor, não é?

Eu concordo, então meu trabalho é, além de tudo, fazer com que esse projeto chegue ao leitor com uma cara única, um jeito todo especial, que o autor sozinho não conseguiria fazer nunca. Meu papel é pensar o produto (sim, livros são produtos, eu também demorei para aceitar isso e bato na boca toda vez que digo isso em público).

CL: Você costuma receber muitos originais? Quais os critérios para definir quais serão lidos? Já na leitura, no que costuma prestar especial atenção?

CB: Não recebo tantos, porque não deixo que mandem. Temos lá na editora um prazo no ano, de novembro até janeiro, para receber originais. Claro, durante o ano tem muita coisa que chega sem avisar, mas no geral não recebo muito não, o pessoal respeita.

Meus critérios são: (1) O original tem que estar em fonte 12 e encadernado: isso mesmo, se não dá pra ler, fisicamente falando, a gente nem vai para a fase de análise. Peça para um amigo, sei lá, dar uma organizada nos parágrafos, com uma entrelinha legal, sabe? Editor é tudo velho, olhos gastos… (2) Uma revisão mínima: não dá pra tropeçar, logo de cara, em erros “graxos” de língua. O cara só tem a palavra como material de composição artística e nem dela ele dá conta? Um errinho aqui e ali é normal, eu mesmo erro para cacete (aliás, isso aqui vai passar por revisão, né? Nota do blog: passou, mas nós também erramos.rs). (3) Seja sincero e saiba onde quer chegar com seu texto. Depois eu desbravo algumas páginas, alguns capítulos, e logo já consigo ver se aquilo vale atenção, dentro dos meus critérios, claro. O editor é só mais um leitor. Se gosto, peço segunda opinião, se todos concordam, passo pra fase de aprovação.

CL: Há algum original que você tenha recusado e depois se arrependeu? Por quê?

CB: Há alguns que não li, por falta de tempo, depois os vi publicados em outros cantos e fiquei com invejinha. Mas acontece, não dá pra dar conta de tudo.

CL: O que você espera de um autor?

CB: Ser surpreendido, sabe? Tanto para um original quanto para um livro que pego para ler, eu quero que me surpreenda, sem respeito algum, jogue meus miolos no espaço e me faça acreditar em algum deus.

CL: Quais os caminhos para fazer com que as obras publicadas pela Terracota encontrem o seu público? Qual a importância da internet nesse processo?

CB: A internet é fundamental. Ela refez todo processo, transformou o que parecia óbvio antes, natural na cadeia do livro, e virou de pernas para o ar (e deu nó).

Hoje o autor não precisa de editora, basta que ele conheça um bom revisor, um bom designer editorial e saiba subir seu livro na Amazon, ou, sei lá, colocar no Estante Virtual. E pronto, mande para os jornalistas e faça figa.

As editoras pequenas, e algumas médias, nada mais são do que uma equipe de profissionais que, caso o autor se interesse, vai ajudá-lo nesse processo (embora, na maioria das vezes, atrapalhe).

Hoje eu vejo, como já falei, a editora num processo de curadoria, você sabe que quando vê o selo Terracota em uma capa pode esperar livros com um perfil X e assim vale para todas as outras. Somos uma galeria, embora você possa expor seus quadros na praça da República.

Mas se o autor não quer saber disso, se dá conta de encarar o mercado e o mundo do livro de peito aberto, e está cagando para valor simbólico agregado, ele só precisa da internet e paciência, muita paciência.

CL: Como sobreviver na briga com as grandes editoras e os lançamentos de queridinhos da mídia?

CB: Senti um azedume na pergunta… rs… Bem, a gente sobrevive sobrevivendo, sabe? Propostas inusitadas, apostas que as editoras grandes talvez não fariam. Caminhos e trilhas que um caminhão não pode pegar, a bicicleta faz. Quando a gente erra, o tombo é menor; quando acerta, é só festa.

CL: Em média qual é o investimento da editora em cada livro que coloca no mercado? Quais são as variáveis mais importantes na hora de definir a verba total de cada projeto?

CB: Nosso números são tímidos ainda, com o valor de um carro popular (sem ar condicionado) eu dou conta de três ou quatro autores. As variáveis que colocamos em pauta são: esse livro vale a pena? Queremos trabalhar nele? A meta inicial é que ele se pague, e até hoje isso sempre aconteceu. Alguns deram lucro, claro, se não a gente já tinha transformado o Espaço Terracota em uma casa de senhoras.

CL: A Terracota costuma promover oficinas literárias gratuitas. Quais retornos obtém desta iniciativa? Como lidar com pessoas que se inscrevem, mas acabam não comparecendo, às vezes sem sequer avisar com antecedência?

CB: Os eventos ajudam a divulgar a marca e a divulgar o trabalho de nossos professores e autores. Mas, acima de tudo, nos ajuda a conhecer os leitores, saber quem é nosso público. Muito livro bom que já publiquei surgiu de conversa de corredor nesses eventos, gente que aparece por lá para fazer oficina e em dois, três meses está com o livro publicado pela Terracota. É um espaço de troca e as pessoas que não comparecem perdem com isso e atrapalham outras pessoas que poderiam comparecer, mas não foram avisadas com tempo, afinal, mesmo na lista de espera o coitado precisa de um tempo para se organizar, não é mesmo?

CL: Você já organizou algumas coletâneas, como Cartas do Fim do Mundo, Mecanismos Precários e Abigail, todas em parceria com o escritor Nelson de Oliveira. Qual o processo de montagem de uma coletânea? O que surge antes: a ideia do tema, algum escritor com o qual gostaria de trabalhar, algum conto que se impõe e que mereceria figurar numa coletânea, ou o quê?

CB: A coletânea é um barato. É uma ação de guerrilha que ajuda a divulgar um bando de gente de uma vez. E é divertido para caramba organizar (claro, depois que acaba, porque no processo é uma dor de cabeça do cacete, é complicado lidar com artista, sabe como é…).

Todas as coletâneas que organizei, inclusive a brega, Assim você me mata, surgiram de uma ideia que tive, eu mesmo, para um conto. E logo eu penso, isso aqui daria pé para uma coletânea… E quando vejo, já estou convidando um monte de gente (sou afobado).

Se é cansativo, o que me faz continuar? Imagina o que foi receber um conto do Raimundo Carrero, em .txt, antes de todo mundo? Raimundo estava doente, mas parou para escrever o conto sobre o fim do mundo, um dos mais lindos que já li. Ou que loucura, um texto do Moacyr Scliar, assim, sem revisão? O último dele antes do Jabuti! Talvez isso responda um pouco a primeira pergunta. E a segunda, esse negócio de ter acesso a algo inédito, antes de todo mundo, é muito doido e viciante. Inexplicável.

CL: Qual sua expectativa em relação ao lançamento de Talvez?

CB: Um amigo meu diz que expectativas são o câncer da humanidade. Então eu tento me livrar delas. O pouco que espero é: que venda o suficiente para resgatar o que foi investido e assim possamos investir em outros autores. E que, quem ler, me diga o que achou, afinal quem escreve quer interlocução, não escrevemos pro silêncio.

CL: Ainda sobre Talvez, o que você pode falar a respeito de todo o processo de criação dele – da concepção do enredo, passando pelo processo de concorrer à bolsa, ganhá-la, conceber o livro, escrevê-lo e lançá-lo?

CB: Nossa, mas isso aqui não vai ser postado num blog? J

Eu tenho ideias que me perseguem, obsessões nas quais me perco e quando vejo já fui tomado por elas e dá-lhe terapia para conseguir fugir. Fora isso, tenho uma memória péssima, e isso me faz reinventar minha vida o tempo todo, tem horas que passo por mentiroso até, mas é que não tenho certeza de nada, sou perseguido por um branco que devora tudo o que deixo cair. Essa duas questões, a obsessão e o problema com a memória (essa verdade impossível), fizeram brotar o romance e seu narrador, Pedro.

Ele foi criado durante a oficina de Marcelino Freire, no b_arco, foi meu projeto de conclusão da oficina (a única coisa que o grupo do qual eu fazia parte elogiou, em três semestres frequentando o lugar).

Do projeto original, sobrou só o primeiro capítulo. Então eu passei com esse livro pela oficina do aposentado Nelson de Oliveira, na Casa Mário de Andrade, e pela oficina do Octavio Cariello, na Quanta. E o livro foi tomando forma.

Apresentei ele ao PROAC três, quatro anos seguidos, consegui uma bolsa na última vez, quando já nem pensava em terminá-lo.

CL: Você está inserido na chamada “nova geração da literatura”, ao menos segundo o critério de seleção da revista Granta, ou seja, tem menos de 40 anos. Alguns nomes dessa geração já são bastante badalados, enquanto outros, apesar da boa acolhida do público, são deixados de lado. O que pensa?

CB: Eu não sou parte de nova geração alguma, ainda, porque não tenho uma obra, ou rascunho de obra, ainda. Sou editor. No geral, até como organizador de coletânea esse é meu papel, embora eu salpique um conto ou outro aqui e ali. Meu romance é um acontecido, que ainda não sei se terá continuidade, até lá eu fico com o papel de dar voz a voz dos outros, buscando para eles o onírico/ utópico equilíbrio entre aceitação dos leitores e da crítica.

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Fonte: http://terracotaeditora.com.br

O Encontro Prática de Escrita acontece informalmente desde 2001, mas há cinco anos o evento ganhou periodicidade e formato e vem se tornando parte da agenda de quem gosta de literatura.

O principal objetivo do encontro é reunir pessoas que não só apreciam a literatura, mas também tudo que circunda a prática de escrita literária.

A programação é dividida em dois tempos, o primeiro gira em torno das mesas com palestrantes, que discorrem sobre assuntos que permeiam o universo literário; o segundo tempo é das oficinas de estudo e criação.

A primeira parte da programação terá como convidadas só mulheres. Na primeira mesa, a escritora Ivana Arruda Leite bate um papo sobre sua obra com a roteirista e escritora Luciana Penna. Na segunda mesa, as escritoras e professoras de criação literária Monica Martinez e Nanete Neves conversam sobre caminhos e possibilidades da escrita como profissão, mediadas pela redatora, blogueira e revisora Lu Reis.

Na segunda parte, temos oficinas com Bruno Cobbi, Kizzy Ysais, Marcelo Maluf e Pête Rissatti.

Este ano o evento acontece em 3 de março de 2012, no campus Liberdade da Universidade Cruzeiro do Sul.

Organização: Claudio Brites e Carlos Andrade

Quando: 3 de março de 2012.

Horários: mesas das 9h45 às 12h30 e oficinas das 13h45 às 16h30

Onde: Universidade Cruzeiro do Sul – campus Liberdade – Rua Galvão Bueno, 868 (próximo ao metrô São Joaquim)

Inscrições: Clique aqui

Entrada Franca

Programação

Mesa 1 – das 9h45 às 11h
A prática de criação de Ivana Arruda Leite
Convidada: Ivana Arruda Leite
Mediação: Luciana Penna

A escritora fala sobre sua obra e como se dá seu processo de criação. Quais são os percalços que envolvem a realização do conto, do romance, do infanto-juvenil. Dando dicas sobre editoras, culinária e séries de televisão.

Mesa 2 – das 11h15 às 12h30

Profissão escritor

Convidados: Monica Martinez e Nanete Neves
Mediação: Lu reis

As escritoras e professoras de criação literária Monica Martinez e Nanete Neves falam sobre o mercado editorial para o escritor: biografias, livros institucionais, ghostwriter, oficinas. Como as coisas caminham e como é a realidade de quem vive da escrita literária.

Oficinas de Criação literária – das 13h45 às 16h30

Narrativa Multimídia
com Bruno Cobbi

Partindo de estudos de casos nacionais e estrangeiros que transcendem seus canais originais, o publicitário e escritor Bruno Cobbi vai guiar os participantes entre referências em livros, quadrinhos, internet, games e cinema para debater como as novas mídias estão mudando nossa forma de encarar o mercado e produzir arte.

As discussões sobre a produção multimídia dentro e fora do país são combinadas com exercícios para prática do raciocínio narrativo e exploração da multimídia. A oficina visa materializar não só o planejamento como produções de narrativas em multimídia.

A criação do personagem

com Kizzy Ysatis

Este encontro foca no coração da narrativa: os personagens. Seja em um enredo fantástico ou realista. Grandes personagens vão além de seu criador. Polifônicos, infinitos. O que faz Dom Casmurro ficar na memória por tanto tempo? Quais são os elementos que fazem com que o leitor chegue a acreditar que um vampiro, ou uma entidade fantástica possa existir? Criando fã clubes para um ser ficcional, por exemplo. Neste encontro, o escritor Kizzy Ysatis revela seus segredos para construção de um personagem convincente. Não só as dicas vindas de sua experiência de criador, mas também das leituras, dos autores nos quais se inspira.

Caminhos do Fantástico na literatura infanto-juvenil

com Marcelo Maluf

Grandes obras da literatura infantil e juvenil estão embebidas do elemento fantástico, o autor pretende apresentar nessa oficina possibilidades de uso do fantástico em suas diversas vertentes em textos infanto-juvenis. Apresentando referências e propondo exercícios de escrita para desbloquear o imaginário fantástico. E ainda: o universo fantástico na literatura infanto-juvenil, passando por nomes como: Michael Ende, Roald Dahl, Elsa Bornemann, caminhos de Lewis Carrol, do C.S.Lewis, Neil Gaiman, entre outros.

Tradução: mercado, processos e criação

com Petê Rissatti

A arte/ofício da tradução é muito mais amplo do que se imagina. Com a crescente visibilidade do tradutor, ainda assim a profissão carrega um certo mistério. Neste bate-papo, vamos apresentar as diferenças básicas do mercado tradutório, o dia a dia do profissional, o mercado editorial de tradução e os processos envolvidos. Além disso, também traremos à baila o papel de tradutor como intermediador cultural, a (des)valorização do profissional e, por fim, a legislação e o tradutor-criador.

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